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Nem só de boas notícias viveu o desfile da Imperatriz Leopoldinense, que teve problemas no abre-alas. A alegoria só foi acoplada próxima ao segundo módulo de jurados, no setor 6. Enquanto tentavam solucionar o problema ainda na concentração, a comissão, o casal e as duas primeiras alas continuaram caminhando pela Marquês de Sapucaí. Com isso, a escola abriu um grande buraco em frente ao setor 3.

O abre-alas não foi o único problema enfrentado pela Imperatriz. O tripé Terra Brasilis ficou de fora do desfile. Segundo o diretor de carnaval da escola, Wagner Araújo, o elemento caiu em um buraco na Presidente Vargas e ficou danificado.

Mas a escola conseguiu distrair o público com a comissão de frente que fazia chover dinheiro na Marquês de Sapucaí. Eram 16 integrantes caracterizados de Robin Hood. Quatro deles componentes são argentinos, integrantes do grupo Fuerza Bruta.

,O grupo, comandado pelo coreógrafo Fábio Batista, utilizava uma grua para erguer um integrante no ar, enquanto ele jogava notas falsas para o público — cerca de 800 mil notas falsas de R$ 100.

— Somos todos Robin Hood. A comissão vai representar as mais variáveis formas que o ser humano pode ter de generosidade. A linguagem é circense. Muito teatro. Uma coreografia bem marcada, como é a característica do meu trabalho —Célia Costa e Renan Rodrigues explica o coreógrafo.

O enredo da Imperatriz Leopoldinense é “Me dá um dinheiro aí”. Um dos carros, o Minha Casa Minha Vida, mostra condições precárias de moradia e casas minúsculas. De outro lado, apartamento de rico. Uma crítica à desigualdade social.


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