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A advogada de 51 anos que foi assassinada tiros no início da manhã do ultimo sábado (26), dentro da casa onde morava, foi identificada como Cláudia Félix de Oliveira.

A advogada de 51 anos que foi assassinada tiros no início da manhã do ultimo sábado (26), dentro da casa onde morava, foi identificada como Cláudia Félix de Oliveira.

Cláudia atuava com consultoria jurídica, atendendo casos de Direito Civil, Direito do Consumidor, Direito da Família, entre outras especialidades.
No Instagram, ela colecionava mais de 12 mil seguidores. “Filha do Pai Poderoso.
Nem melhor, nem pior, apenas diferente”, diz a frase da bio do seu perfil.
Ela foi morta na Rua Odilon Pompilho, nas proximidades do Parque de Vaquejada, em Itororó, no médio sudoeste da Bahia.
A Polícia Militar informou que a 8ª
Companhia Independente de Polícia Militar
(CIPM/Itororó) foi acionada por conta de uma invasão de domicílio no endereço da vítima e n o local os policiais encontraram uma mulher caída com ferimento de arma de fogo.
A Polícia Civil informou que a Delegacia
Territorial (DT/Itapetinga) investiga o homicídio da advogada e que, de acordo com as informações preliminares, a residência da vítima foi invadida por três homens armados, que efetuaram os disparos.
Em nota, a PM disse que o óbito foi atestado pelo médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ainda no local. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para a realização da perícia e remoção do corpo. As circunstâncias do fato serão apuradas pela Polícia Civil.
Informações preliminares apontam que três homens encapuzados participaram da ação criminosa. Após o homicídio, os suspeitos fugiram e, até a publicação desta reportagem, não haviam sido identificados.
Equipes das polícias Civil e Militar foram acionadas para atender a ocorrência.
Peritos do Departamento de Polícia
Técnica (DPT) de Itapetinga realizaram o levantamento cadavérico e os procedimentos periciais no local.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção
Bahia (OAB-BA) cobrou uma investigação rápida e rigorosa sobre o assassinato da advogada. Em nota conjunta com a Subseção de Itapetinga, a entidade manifestou “profundo pesar e indignação” com o crime e informou que o caso já esta sendo acompanhado pela Procuradoria Jurídica e de Prerrogativas da OAB-BA.

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